terça-feira, 8 de janeiro de 2019

10 perguntas para reavaliar seu ano e seguir em frente


Mais um ano começa e promete ser conturbado. Todo ano faço questão de fazer meus rituais para alimentar em mim mesma a motivação de encarar os novos 365 dias como um ciclo cheio de oportunidades de crescimento. Ao longo dos anos, desenvolvi (tanto sozinha como com um grupo de amigas) uma série de exercícios para o final e início de ano que me ajudam a me manter focada durante o ano inteiro. Este ano resolvi primeiro fazer um balanço do que passou para melhor conseguir seguir em frente. Já vinha pensando nisso há um tempinho, quando um podcast me ofereceu uma ferramenta espetacular para realizar essa reflexão.
Imagem: Pixabay

O podcast Happy, Holy and Confident, que, apesar do nome em inglês, é em alemão, trata de temas relacionados à espiritualidade, equilíbrio emocional e desenvolvimento pessoal. Sua criadora, a coach Laura Malina Seiler, conta que uma amiga lhe ensinou este ritual que ela sempre realiza no dia de seu aniversário. Ele consiste em 10 perguntas que o membro mais velho da família faz ao aniversariante, que, por sua vez, tenta responder da forma mais sincera possível.


Eu achei a ideia fantástica, por isso fiz umas pequenas adaptações e agora acho que ele pode ser aplicado ao início de qualquer novo ciclo para relembrar e refletir sobre o que passou e determinar novos objetivos. Sendo assim, aqui estão 10 perguntas que podem nos ajudar a fazer uma avaliação pessoal de nosso 2018 e nos ajudar a ter clareza de para onde devemos dirigir nossa atenção em 2019. Eu sugiro que você pegue papel e caneta e anote suas respostas. Assim sempre poderá voltar a elas quando sentir que está perdendo o foco à medida que o ano for avançando.
Imagem: @rawpixel do nappy.com
 
10 Perguntas para avaliar 2018 e achar sua direção para 2019

1. Quais foram minhas constatações mais importantes no ano que passou?
2. Pelo que eu posso agradecer?
3. Do que eu posso me orgulhar? 
4. Quais foram minhas decisões mais importantes?
5. Como foi meu relacionamento comigo e com as pessoas?
6. O que eu faria diferente se pudesse?
7. O que eu desejo para o novo ano?
8. Para o que eu quero contribuir este ano?
9. Para que eu gostaria de ter mais tempo?
10. O que eu gostaria de aprender?


Respire fundo e reserve tempo para responder com calma. Se for difícil, responda uma pergunta por dia para que você não se sinta sobrecarregada ou sobrecarregado com tanta reflexão de uma só vez. Se, com o passar do tempo, você se lembrar de mais coisas que não lhe ocorreram no início, não faz mal, simplesmente adicione o que lembrou à sua resposta. Você não precisa mostrar isso a ninguém já que se trata de um guia pessoal para começar o ano com o foco em seu próprio desenvolvimento. Encare suas respostas como um diálogo íntimo com você mesma ou com você mesmo e divirta-se com isso. 

Eu adoro rituais de fim de ano e de ano novo. Vocês tem algum? Como é? Me contem aí?



Um excelente 2019 para todas e todos nós! 
Imagem: Pixabay


Pra quem entende alemão, aqui vai o podcast de Laura Malina Seiler. É uma injeção de ânimo e inspiração.

https://lauraseiler.com/


Como sempre agradeço a Nina pela revisão e pelo carinho:-)

quinta-feira, 27 de dezembro de 2018

Bye, 2018. Já vai tarde.


Em algum momento depois da virada do ano para 2018, eu sentei num cantinho da festa e acabei pegando no sono e tendo um sonho super esquisito. Algumas pessoas queriam arrumar a casa, enquanto outras se comportavam de forma super agressiva e pareciam querer atrapalhar de propósito. No meio do caos, tinha gente que tentava sair de fininho, outros olhavam ao redor sem saber o que fazer, aparentemente tão perdidas quanto eu. 
Imagem: Pixabay



“Digam alguma coisa! Se posicionem!” Gritavam alguns. Tinha gente que do nada começava a insultar as outras pessoas e eu não conseguia entender exatamente o porquê. Tinha sangue espalhado por toda parte. Muita gente chorava, algumas foram machucadas de verdade e se espremiam acuadas no canto enquanto outras berravam “Chama fulano! Só ele mesmo pra dar um jeito nessa bagunça aqui”. “Ele não!”, revidavam outras. 


Tentei conversar com algumas pessoas, mas o barulho era insuportável. Todo mundo falava ao mesmo tempo e as conversas não faziam muito sentido. Ninguém parecia saber ao certo como tínhamos parado ali. Decepção, tristeza, agressividade e confusão pairavam no ar.


De repente eu acordo, olho pro calendário e me dou conta de que era dezembro de 2018 e de que tudo não tinha passado de um sonho. Quem dera! 2018 foi esse pesadelo confuso. Só que com o triste detalhe de que seus acontecimentos estranhos tomaram forma real e não dá pra simplesmente acordar dele e esquecer.

Sendo assim, só posso desejar que ele termine logo. Que ele se vá para que o novo ano possa chegar e, com ele, talvez mais energia, organização, calma, clareza e solidariedade.


Ninguém solta a mão de ninguém.


Acho que vamos precisar, e muito, disso.
Imagem. Pixabay


Revisão: Nina Hatty (muito obrigada!!)